Vacinação contra a gripe segue disponível em Erechim, mas baixa procura preocupa a Saúde
Secretaria Municipal reforça importância da imunização, especialmente entre os grupos prioritários, e alerta para riscos da baixa cobertura.
A Secretaria Municipal de Saúde de Erechim reforça que a vacinação contra a gripe é segura, gratuita e fundamental para evitar complicações causadas pelo vírus. A orientação é que o público prioritário não deixe para depois e busque a Unidade de Saúde mais próxima para garantir sua proteção.
Apesar da disponibilidade das doses em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), a procura ainda está abaixo do esperado, cenário que preocupa as equipes de saúde, principalmente diante da chegada dos períodos mais frios.

A campanha é voltada especialmente aos grupos prioritários, que apresentam maior risco de desenvolver complicações decorrentes da gripe. Estão incluídos:
* Crianças de 6 meses a menores de 6 anos
* Gestantes e puérperas
* Idosos com 60 anos ou mais
A secretária adjunta de Saúde, Juliana Deboni Conci, destaca a importância da vacinação como medida essencial de proteção individual e coletiva. “A vacina é a forma mais eficaz de prevenir casos graves de gripe e reduzir internações. Precisamos que as pessoas que fazem parte dos grupos prioritários procurem as unidades de saúde. A baixa procura nos preocupa, pois impacta diretamente na proteção da população, especialmente dos mais vulneráveis”, ressalta.

As doses estão disponíveis em todas as UBSs do município, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h e das 13h às 16h30. Já a UBS Centro (antiga UPA) conta com horário ampliado, funcionando das 8h30 às 18h30, sem fechar ao meio-dia, facilitando o acesso da população.
O secretário de Saúde de Erechim, Vianei Mueller, expõe a preocupação. “Nossa prioridade é atingir 90% do público prioritário e temos casos por exemplo, como crianças que só atingimos 13%, gestantes 28% e idosos 25%. A vacinação é gratuita e extremamente importante para não sobrecarregarmos nosso Sistema de Saúde com o inverno e as doenças respiratórias. Além das UBSs, estamos buscando outras alternativas para chegar a mais pessoas”, lembra.
Fotos: Arquivo Comunicação PME