Tradição que se vive: Escola da URI celebra a cultura gaúcha com música, dança e orgulho

SECART Tradicionalista reuniu alunos, professores e comunidade em uma manhã marcada por pilchas, chimarrão, música e manifestações que mantêm viva a identidade do Rio Grande do Sul.

Por Redação Publicado em há 5 horas

Uma manhã para vestir a tradição, ouvir a música que atravessa gerações e celebrar o orgulho de ser gaúcho. Na quarta-feira (16), o pátio interno da Escola de Educação Básica da URI se transformou em um verdadeiro espaço de encontro com as raízes do Rio Grande do Sul.

A programação da SECART Tradicionalista (Semana Cultural e Artística) reuniu alunos, professores e comunidade em uma manhã repleta de manifestações culturais, mostrando que a tradição ganha ainda mais força quando é vivenciada dentro da escola.

O evento começou com o tradicional desfile de prendas e peões, que chamou a atenção pela apresentação das pilchas completas e abriu oficialmente espaço para as atrações culturais.

Na sequência, a música tomou conta do ambiente. O som da gaita e do violão acompanhou apresentações de danças tradicionais e declamações de poesias campeiras, criando um cenário em que diferentes formas de expressão da cultura gaúcha se encontraram.

E, como não poderia faltar, o chimarrão também teve seu espaço. A roda permaneceu aberta durante toda a manhã, proporcionando momentos de conversa, integração e convivência entre os participantes.

Um final marcado pelo orgulho gaúcho

O encerramento trouxe um dos momentos mais simbólicos da programação. Alunos, professores e comunidade se reuniram para cantar juntos o Hino Rio-Grandense.

Em meio às vozes, à música e às tradições compartilhadas, o momento reforçou o sentimento de pertencimento e o respeito pela história e pela cultura do Estado.

A expressiva participação dos alunos foi destacada pela organização, que reforçou a importância de proporcionar, no ambiente escolar, experiências que aproximem as novas gerações das manifestações culturais que fazem parte da identidade gaúcha.

Porque tradição não é apenas lembrar o passado. É viver, compartilhar e passar adiante aquilo que ajuda a contar quem somos.