RS confirma primeira morte por dengue em 2026 e reforça alerta à população
Idosa de 83 anos tinha comorbidades e morreu em Jacutinga; autoridades pedem atenção aos sintomas e eliminação de água parada para conter avanço da doença.
O Rio Grande do Sul acende um sinal de alerta. Nesta sexta-feira (17), a Secretaria Estadual da Saúde confirmou a primeira morte por dengue em 2026: uma idosa de 83 anos, moradora de Jacutinga, que tinha comorbidades e não resistiu às complicações da doença.
O número, por si só, já preocupa — mas o que ele representa é ainda maior. A dengue está em circulação, silenciosa, avançando onde encontra espaço. E esse espaço, muitas vezes, começa dentro de casa. Um prato de planta, uma calha entupida, qualquer acúmulo de água pode se transformar em criadouro do mosquito transmissor.
Até agora, o Estado registra 596 casos confirmados. O cenário é diferente do ano passado, quando os números eram muito mais altos neste mesmo período — mas isso não é motivo para descuido. Pelo contrário: é a oportunidade de agir antes que a situação se agrave.
A prevenção está ao alcance de todos. Eliminar água parada, revisar o pátio, cuidar dos detalhes do dia a dia pode salvar vidas. E diante de sintomas como febre, dor no corpo e mal-estar, procurar atendimento imediato faz toda a diferença. A dengue não espera — e o cuidado também não pode esperar.