Conecta Maker leva tecnologia e inovação para transformar a aprendizagem nas escolas de Erechim

Projeto desenvolvido em parceria com instituições federais incentiva estudantes a criarem soluções, explorarem ferramentas digitais e se tornarem protagonistas do próprio aprendizado.

Por Redação/ Ascom IFRS Publicado em 02/07/2026 15:47 - Atualizado em 02/07/2026 15:52

O futuro da educação já começou a ganhar forma nas escolas municipais de Erechim. Estudantes e professoras da EMEF Cristo Rei e da EMEF Caras Pintadas deram os primeiros passos no projeto Conecta Maker, uma iniciativa que une inovação, criatividade e tecnologia para transformar a maneira de aprender e ensinar.

Resultado de uma parceria entre o Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e a Universidade Federal do Rio Grande (FURG), o projeto está construindo uma ampla rede de conhecimento em diversos municípios gaúchos. O objetivo é levar apoio técnico, capacitação e novas metodologias para dentro das escolas, aproximando alunos e educadores das ferramentas tecnológicas que fazem parte do mundo atual.

Mais do que apresentar recursos digitais, o Conecta Maker incentiva os estudantes a se tornarem protagonistas do próprio aprendizado. A proposta é estimular a criatividade, a resolução de problemas e o desenvolvimento de projetos que tenham impacto real no ambiente escolar e na comunidade.

Na EMEF Cristo Rei, o entusiasmo dos participantes já é visível. Segundo a professora articuladora Carina Santin Zanchett, os primeiros encontros mostraram o grande potencial da iniciativa. “Foi possível perceber o empenho e o entusiasmo dos estudantes ao explorar ferramentas digitais, plataformas de programação, materiais e diferentes possibilidades de criação”, destacou.

Na EMEF Caras Pintadas, a expectativa também é alta. Para a professora articuladora Sara Provin Palavicini, o projeto tem capacidade de transformar significativamente os processos de ensino e aprendizagem. “O Conecta Maker fará a diferença na construção do conhecimento em diversas áreas, por meio de projetos que serão pensados e desenvolvidos pelos próprios estudantes”, afirmou.

Ao colocar a tecnologia a serviço da educação e dar voz às ideias dos alunos, o Conecta Maker fortalece competências essenciais para o século XXI e mostra que a escola pode ser um espaço onde inovação, colaboração e criatividade caminham lado a lado. Uma iniciativa que não apenas acompanha as mudanças do mundo, mas prepara as novas gerações para liderá-las.

Estudantes selecionados na EMEF Cristo Rei

Agatha C. Rodrigues Chaves

Alana M. de Oliveira Dias

Endrismar A. S. Morillo

Indyeli Cristini Caleffi

Jhenyfer G. Strapasson

Larissa V. Barbosa Pauluck

Lucas Davi Ferraz

Matheus E. Alves Borges

Wesley da Cruz da Silva

Érika Gavieli Pereira

Estudantes selecionados na EMEF Caras Pintadas

Gabriela Stempkowski de Borba

Josué Galivar Kachniasz

Oséias Carlos da Silva Júnior

Plinio Davi da Rocha

Sophia Isabelli Gomes

Stefanno Eduardo Ronsoni

Sthefany Luize Tabella Martins

Taila Alana da Silva Machado Alves

Thaynara Carla da Luz

Victor Junior Gruminski Dos Santos

Além das bolsas, parte do recurso disponível para as escolas será utilizado para adquirir: computadores, impressora 3d, máquina de gravação a laser, kits de robótica e eletrônica, mobiliário e outros equipamentos relevantes localmente para desenvolver programação, robótica, cultura maker e DIY, fabricação digital, mídias digitais, etc. Espera-se que, com esse projeto, os articuladores e bolsistas das escolas sejam capazes de disseminar esses conhecimentos com os seus pares e de dar continuidade às atividades no laboratório maker nas escolas.

Os servidores do IFRS - Campus Erechim envolvidos no projeto são: Alisson Corrêa de Souza, Catia Zanchett, Gabriel Patzer (professor de referência) e Rosiane Serrano. Além destes, o bolsista de Extensão Matheus Reinhardt Vinhas também participa. A coordenação geral do projeto é do professor Serguei Nogueira da Silva, do IFRS - campus Rio Grande. A chamada prevê recursos de bolsas para organização do projeto e 100 mil reais por escola, para, no total, 45 escolas por projeto aprovado, a fim de viabilizar a implantação de laboratórios maker.