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Política
Lorenzoni lideraria com 21,9% dos votos caso as eleições fossem hoje, aponta Paraná Pesquisas
Até então, o Estado têm 11 pré-candidatos ao cargo de governador.
Jornal do Comércio
por  Jornal do Comércio
23/05/2022 21:03 – atualizado há 2 meses
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Faltam menos de cinco meses para as eleições de 2022, que, no âmbito estadual, decidirão os novos nomes do Senado e o novo governador. No Rio Grande do Sul, a vasta maioria da população ainda não definiu um candidato — 85,7% dos eleitores não sabem ou não responderam em quem votariam caso as eleições fossem hoje, segundo levantamento da Pesquisas Paraná divulgada nesta segunda-feira (23).

O dado foi constatado na situação eleitoral espontânea para governador proposta no estudo, que não delimita candidatos aos entrevistados. O ministro e pré-candidato Onyx Lorenzoni (PL) lideraria com 2,4%, enquanto votos nulos ou brancos representam 5,9% da amostra. Logo atrás, com 2,3%, está o ex-governador Eduardo Leite (PSDB), que deixou o cargo neste ano para disputar a presidência.

Até então, o Estado têm 11 pré-candidatos ao cargo de governador. Além de Lorenzoni, a situação eleitoral estimulada pela pesquisa contemplou o governador do Rio Grande do Sul, Ranolfo Vieira Júnior (PSDB), o deputado federal Beto Albuquerque (PSB), o senador Luiz Carlos Heinze (Progressistas), os advogados Pedro Ruas (PSOL) e Ricardo Jobim (Novo), o presidente do Grêmio Romildo Bolzan (sem partido), os deputados estaduais Edegar Pretto (PT) e Gabriel Souza (MDB), e o empresário Roberto Argenta (PSC).

O ministro também lidera nesse contexto, desta vez com 21,9% dos votos, seguido por Albuquerque (12,3%) e Heinze (7,8%). O governador gaúcho aparece em quarto na disputa, com 5,9% das intenções, seguido por Ruas (4,9%), Bolzan (4,7%), Pretto (4,3%), Souza (1,6%), Argenta (1,4%) e Jobim (1%). A parcela de eleitores que não definiram candidato é bem menor — 14,9% não sabem ou não responderam à pergunta, enquanto 19,4% pretendem anular ou votar em branco.

Em situação estimulada, a administração de Vieira Júnior até então tem aprovação de 37,7% da população, enquanto 28,2% a desaprova e 34,2% não sabe ou não opinou. A maioria (31,1%) avalia a gestão como regular, sendo que 23,6% a consideram ótima ou boa e 19,5% pensam que é ruim ou péssima.

Contudo, ao disputar o cargo, Leite estaria à frente de Lorenzoni caso as eleições acontecessem hoje. O segundo cenário estimulado aponta 27,3% das intenções de voto para o ex-governador e 19,2% para Lorenzoni. Segue, em ordem decrescente, Albuquerque (9,5%), Heinze (6,9%), Pretto (4,0%) Ruas (3,8%), Bolzan (3,3%), Souza (1,2%), Argenta (1%) e Jobim (0,8%). Pelo menos 12% não votaria em nenhum candidato, anularia ou votaria em branco, enquanto 11% não sabe ou não respondeu.

Com Leite, Bolzan e Pretto fora das eleições, Lorenzoni lidera mais uma vez, com 23,2%. Albuquerque aparece atrás do ministro com 14%, seguido por Heinze (8,1%), Vieira Júnior (6,6%), Ruas (6,2%), Souza (1,7%) e Argenta (1,6%). Votos nulos, brancos ou em ninguém somam 22,5%, e os que não sabem ou não responderam representam 16,1%.

De acordo com o levantamento, 29,2% do eleitorado gaúcho aponta a saúde pública como o maior problema do Estado, que deve ser resolvido em primeiro lugar pelo governador eleito. A educação foi a escolha de 11,1% dos entrevistados, além dos impostos/carga tributária (8,8%), segurança (6,9%), inflação/preços altos (6,4%), desemprego e economia/crise financeira (5,4%), entre outros.

A pesquisa de opinião entrevistou 1.540 eleitores com 16 anos ou mais em 62 municípios gaúchos entre 15 e 20 de maio. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de aproximadamente 2,5% para os resultados gerais.

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