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Esporte
Olimpíada: João Victor Oliva é o primeiro brasileiro na Vila Olímpica
Como nenhum conjunto brasileiro alcançou essa marca, o país ficou com apenas uma vaga no hipismo.
EBC Esportes
por  EBC Esportes
15/07/2021 20:20 – atualizado há 3 meses
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O cavaleiro João Victor Oliva, único representante do Brasil no hipismo adestramento na Olimpíada, é o primeiro atleta nacional a se instalar na Vila Olímpica na capital japonesa. Após sair da Alemanha na última quarta-feira (14) e fazer uma escala na Turquia, o atleta, que é filho da multicampeã de basquete Hortência, chegou ao Japão na noite desta quinta-feira (15) (manhã no horário de Brasília).
João Victor Marcari Oliva, hipismo adestramento, vila olímpica
Chegada de João Victor Marcari Oliva à Vila Olímpica - Reprodução/Instagram


O cavalo puro-sangue Escorial Horsecampline, que participará dos Jogos de Tóquio com João Victor, cumpriu quarentena na localidade de Aachen (Alemanha), e vai se encontrar com o atleta diretamente no Japão. "O cavalo está muito bem. Viemos treinando, nessa reta final, com foco total nos Jogos de Tóquio. Queremos fazer o melhor possível e colocar na pista tudo aquilo que treinamos em casa", declarou o cavaleiro.

O atleta paulistano também falou sobre a importância de representar o Brasil no megaevento esportivo: "Só de estarmos indo a uma edição olímpica, já é uma grande vitória. Não importa se teremos público ou não. Nos Jogos do Rio de Janeiro, o público brasileiro foi espetacular. E é claro que aqui no Japão será bem diferente. Mesmo assim, temos que focar no lado bom e estar felizes de ter essa chance de poder representar o Brasil mais uma vez". Esta será a segunda participação olímpica do paulistano. Nos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, com Xamã dos Pinhais como parceiro equino, ele ficou na 46ª posição.

Medalhista de bronze por equipes nos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019, o Brasil teria direito a enviar uma equipe completa para Tóquio no adestramento. Mas, para confirmar essa classificação, pelo menos três conjuntos nacionais teriam que atingir resultados superiores a 66% durante aquela temporada em torneios de nível Grand Prix, tanto na nota média final do evento, como junto a um juiz FEI5, a licença mais alta da Federação Internacional de Esportes Equestres (FEI, na sigla em inglês). Como nenhum conjunto brasileiro alcançou essa marca, o país ficou com apenas uma vaga. João Victor, ao lado de Escorial, ficou com o melhor desempenho, com média de 70,565%, carimbando o passaporte olímpico.

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