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Cidade
Comitê regional do Alto Uruguai Gaúcho alerta para prevenção
No último boletim regional o número de casos ativos declinou de 198 para 170, o que é positivo e as medidas de prevenção precisam continuar.
Leonardo Bortolotto/Assessoria
por  Leonardo Bortolotto/Assessoria
02/02/2021 10:43 – atualizado há 3 meses
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O Comitê Regional de Atenção ao Coronavírus da AMAU realizou na terça-feira, 02, a reunião ordinária do colegiado, para avaliar os indicadores e traçar estratégias de prevenção e enfrentamento da epidemia regional.

O assunto que ganhou notoriedade na reunião foi a importância da prevenção e da adoção das medidas preconizadas pelas autoridades de saúde, no sentido de manter os indicadores favoráveis.

No último boletim regional o número de casos ativos declinou de 198 para 170, o que é positivo. “Não podemos perder o que conquistamos regionalmente, para tanto todas as medidas de prevenção devem ser adotadas com o maior rigor”, pontua Jackson Arpini, integrante do comitê regional.

Os membros do colegiado ressaltam que o início do processo de imunização a nível regional é extremamente importante, mas temos que ter clareza que precisamos aliar a prevenção com a imunização, para que tenhamos um cenário positivo, no que tange a pandemia.

Durante a região foram debatidos assuntos como a adoção da cogestão, indicadores regionais, taxa de ocupação das alas Covid, procedimentos eletivos, imunização, entre outros.

Tendo em vista o retorno das atividades escolares o comitê regional, a pedido do Presidente da AMAU e Prefeito de Erechim, Paulo Polis, vai elaborar um protocolo, de amplitude regional, para nortear as ações observando as orientações sanitárias indispensáveis para o retorno.

Com relação a adoção da cogestão, definida em reunião extraordinária, manifestam a relevância do comportamento social, para que ferramenta legal da gestão compartilhada possa ser adotada, o que tem reflexos direto na saúde, economia e sociedade.

“O que nos dá subsídios técnicos para a adoção da cogestão são os indicadores regionais. A partir deles é que adotamos ou não a cogestão, portanto precisamos da colaboração de todos”, coloca Arpini.

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