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PMPM / Divulgação / CP
Cidade
Região de Palmeira das Missões contesta bandeira vermelha
Duas associações de municípios encaminham ao Estado pedido de reversão da classificação relacionada à pandemia
Correio do Povo
por  Correio do Povo
21/06/2020 20:47 – atualizado há 54 segundos
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A região de Palmeira das Missões, com mais 51 cidades, foi uma das que passou, preliminarmente, para bandeira vermelha no Modelo de Distanciamento Controlado do Estado. O prefeito de Palmeira, Eduardo Russomano Freire, diz que será respeitada a decisão do governo gaúcho, mas informa que a cidade se soma à Associação dos Municípios da Zona da Produção (Amzop) a fim de tentar reverter a situação. Segundo ele, serão implementadas novas medidas locais, como o toque de recolher, das 21h30min às 5h. O prefeito lembra que Palmeira das Missões não tem UTI no Hospital de Caridade, único da cidade, o que também é motivo de preocupação.

O presidente da Amzop e prefeito de Rodeio Bonito, José Arno Ferrari, informa que a entidade encaminhou neste domingo ao governo os dados dos 43 municípios da área da associação, mostrando os números e as medidas implementadas pelas prefeituras. Segundo o presidente da Associação dos Municípios da Região Celeiro (Aceleiro) e prefeito de Braga, Carlos Alberto Vigne, a entidade enviou ao Executivo estadual solicitação de reversão da bandeira para as cidades abrangidas. Ele afirma que os prefeitos estão tomando as medidas protetivas e que não há necessidade de classificar a região na bandeira vermelha.

O prefeito de Frederico Westphalen José Alberto Panosso, avalia como inaceitável a classificação e disse que encaminhou ofício à Amzop. “Em Frederico Westphalen, foram realizados 1.145 testes, com 67 pessoas testando positivo e 44 recuperadas. Tivemos duas mortes e temos uma pessoa hospitalizada”, observa.

Panosso cita, ainda, no relatório de contestação, que quatro dos dez leitos de UTI (geral) do Hospital Divina Providência estão ocupados. Nenhum dos outros dois leitos de UTI Covid está ocupado. A casa de saúde tem ainda 30 leitos intermediários desocupados, se houver necessidade de receber mais pacientes com Covid-19. “Vamos ampliar a fiscalização e manter o controle quanto à disseminação do vírus”, afirma.

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