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Professoras de Psicologia propõem reflexões sobre a vida a dois durante a pandemia
A pandemia provocada pelo coronavírus está exigindo das famílias muitas reflexões e novos posicionamentos a respeito desse novo quadro, que tem demandado das pessoas uma vida social cada vez mais restritiva.
Ademar José Costa/URI
por  Ademar José Costa/URI
15/05/2020 10:30 – atualizado há 21 dias
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A pandemia provocada pelo coronavírus está exigindo das famílias muitas reflexões e novos posicionamentos a respeito desse novo quadro, que tem demandado das pessoas uma vida social cada vez mais restritiva. Para contribuir com a vida dos casais, as psicólogas Angélica Paula Neumann, professora do Curso de Psicologia da URI Erechim, e Carina Bossardi, professora do curso de Psicologia, docente e coordenadora do Mestrado em Psicologia da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), elaboraram uma cartilha que pode ajudar os casais a enfrentarem melhor essa situação inusitada. Esta cartilha pode ser acessada na íntegra no site www.uricer.edu.br.

Professora Angélica Neumann diz que essa é a hora de fortalecer a vida a dois

As professoras Angélica e Carina utilizaram o tempo como metáfora para falar do relacionamento de casal: existem dias ensolarados, nublados, chuvosos e até tempestades na vida a dois. Como manejar cada um desses climas do relacionamento é o que faz a diferença, e é o foco do material elaborado pelas pesquisadoras.

Em entrevista sobre o assunto, a professora Angélica Neumann pontuou que essa hora é mais do que oportuna para que os casais possam dialogar sobre a vida a dois. "Esse é o momento para refletirmos sobre como está nosso equilíbrio emocional e analisarmos profundamente como estamos nos comportando diante deste cenário que não tem prazo para terminar", afirmou a psicóloga. "Então, temos que viver cada dia num diálogo constante, não deixando que a tensão provocada pelo isolamento social, destrua tudo aquilo que foi construído até agora", reforçou.

Para Angélica Neumann, tanto o marido quanto a esposa têm o direito e o dever de perguntar quando sentirem que está havendo algum desequilíbrio nessa balança.

E o outro precisa entender que só há um crescimento e uma maior estabilidade quando ambos tiverem a tranquilidade de expor suas emoções e suas fraquezas.

Afinal, disse ela, "não há necessidade de provar quem tem razão nessa hora, é importante que ambos possam se expressar e se sentir compreendidos, e a partir disso pensar em como cada um pode contribuir para uma melhor estabilidade emocional da família, que garanta um futuro com segurança", concluiu.

Esse assunto foi tema de uma entrevista no programa Expressão Universitária da Universidade, que vai ao ar nesta segunda-feira, 18, às 21h30min, na TV Erechim, canal 26, ou na página uricer.edu.br.

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