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Ciência
Notícia boa: Cientista brasileira que pesquisa cloroquina prevê dois meses para resultados
No momento, há dois grupos de pesquisa em andamento. Um em Manaus, outro em São Paulo, com médicos dos hospitais Albert Einstein, Sírio Libanês e do Coração.
CNN Brasil
por  CNN Brasil
05/04/2020 00:02 – atualizado há 43 segundos
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Os estudos brasileiros sobre a utilização da cloroquina como tratamento para pacientes infectados com o novo coronavírus só devem ser concluídos dentro de dois meses.

No momento, há dois grupos de pesquisa em andamento. Um em Manaus, com 440 pacientes coordenado pela Fiocruz e pela Secretaria Estadual de Saúde. Outro em São Paulo, com médicos dos hospitais Albert Einstein, Sírio Libanês e do Coração.

A médica Ludhmila Hajjar é uma das envolvidas nos estudos em Manaus e uma das que se reuniram com o presidente Jair Bolsonaro nesta semana em Brasília. Ela disse à CNN que a cloroquina não deve trazer a cura, mas amenizar os sintomas do coronavírus nos pacientes. "A ideia é reduzir a gravidade da doença. O manejo desse doente não é simples. É necessário um conjunto de ações", afirmou.

Segundo ela, a estratégia em curso é associar a hidroxicloroquina --um derivado da cloroquina-- a outros medicamentos, como antibióticos. "Cloroquina mais antibiótico, mais estrutura boa de UTI e com adequados recursos humanos e estruturais é chave do sucesso no tratamento dessa doença."

Hajjar também disse que é possível que cientistas americanos e chineses tenham resultados mais proeminentes da cloroquina antes dos brasileiros.

Neste sábado (4), Bolsonaro postou dois tuítes sobre a cloroquina. No primeiro, anunciou que zerou impostos sobre medicamentos relacionados ao tratamento com hidroxicloroquina: "Medicamentos (entre outros) que tiveram todos seus impostos zerados pelo Governo Federal: Hidroxicloroquina e Azitromicina. - Outros que serão "zerados" nos próximos dias: Zinco e vitamina "D". - Todos usados no tratamento de pacientes portadores da COVID-19."

Depois, postou que contatou o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, para tratar do assunto. "Solicitei apoio na continuidade do fornecimento de insumos farmacêuticos para a produção da hidroxicloroquina. Não mediremos esforços para salvar vidas", disse.

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