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BR-116 lidera o ranking das rodovias mais mortais do RS nos últimos 10 anos
A estrada, que atravessa o RS ao longo de 657,4 quilômetros entre a divisa com SC, no Norte, e Jaguarão, no Sul, acumula 977 vidas perdidas no período.
GZH
por  GZH
09/03/2020 12:50 – atualizado há 15 dias
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Nos últimos 10 anos, 11,7 mil pessoas morreram em acidentes de trânsito registrados em rodovias estaduais e federais no Rio Grande do Sul. A BR-116 está no topo do ranking, que soma dados de 2010 a 2019. A estrada, que atravessa o Rio Grande do Sul ao longo de 657,4 quilômetros entre a divisa com Santa Catarina, no Norte, e Jaguarão, no Sul, acumula 977 vidas perdidas no período, segundo dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RS).

Logo na sequência do levantamento, figuram as BRs 386, com 926 óbitos, e 290, com 753. Juntas, as três rodovias concentram 22,69% do total de mortes nas estradas gaúchas nos últimos 10 anos.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), algumas características em comum, como a alta circulação de veículos, grande extensão de pista e ligação direta com a Região Metropolitana e trechos não duplicados, estão entre os pontos que ajudam a explicar a mortandade nessas vias.

Completam o top cinco, as BRs 285 e 392, que somam 1.094 mortes. Entre as rodovias estaduais, as RS 122, 324 e 453 são as mais mortais no período (veja os números abaixo). Trechos de serra, marcados por curvas sinuosas, estão entre os fatores que influenciam nos números elevados de acidentalidade em pontos dessas rodovias, segundo o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM). 

2019 registrou queda no número de mortes

Em 2019, a BR-386, que tem extensão de 360,2 quilômetros dentro do Estado de Iraí a Canoas é a campeã na mortalidade, registrando 88 mortes. As BRs 116 e 290 aparecem na sequência.

Mesmo com 962 mortes, o ano de 2019 teve recuo de 9,41% no número de falecimentos em rodovias estaduais e federais, se comparado a 2018. É o menos violento na série histórica iniciada em 2007. Foi o segundo ano seguido no qual as estradas gaúchas registraram retração no número de óbitos.

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