Receba as notícias mais importantes do dia no WhatsApp. Receba de graça as notícias mais importantes do dia no seu WhatsApp.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Cpers define data de assembleia para debater futuro de greve
Estará em votação a proposta feita pelo governo do Estado nesta quarta-feira(8). Parte dos professores completou hoje 51 dias de paralisação.
Rádio Guaíba
por  Rádio Guaíba
08/01/2020 21:22 – atualizado há 2 meses
Continua depois da publicidadePublicidade

O Cpers Sindicato marcou para terça-feira à tarde mais uma assembleia geral da categoria. O encontro, ainda sem horário nem local definidos, vai debater a proposta apresentada pelo governo estadual, nesta quarta-feira (08), para dar fim à greve em escolas ainda paradas desde 18 de novembro.

No encontro desta quarta-feira, o secretário da Educação, Faisal Karam, ofereceu aos servidores o pagamento do período sem atividade, em até cinco dias úteis, através de uma folha suplementar. 

O valor, no entanto, vai ser descontado dos contracheques dos professores, nos próximos meses, de modo escalonado. Parte dos professores completou hoje 51 dias de paralisação.

Durante reunião, Karam explicou que o governo adotou o mesmo método de negociação com outras categorias em greve. E apontou que o objetivo é garantir a retomada do ano letivo.

Segundo a presidente do sindicato, Helenir Schürer, a oferta do governo não é satisfatória. “Não é a proposta que a categoria nos autorizou a aceitar; para isso, nós vamos chamar uma nova assembleia”, afirmou.

Ano letivo de 2020

Com a resposta do governo, o Cpers coloca em xeque o início do ano letivo de 2020. Helenir Schürer estima que, com o desconto, os professores possam articular uma nova greve. “É muito difícil… A categoria, eu tenho certeza, dificilmente aceitará um desconto”, observou a presidente do sindicato.

O secretário da Educação, por outro lado, prevê o reinício das aulas a partir de 19 de fevereiro nas escolas que encerraram o ano letivo dentro do prazo. As demais, segundo karam, vão voltar a funcionar após as férias dos professores. “Essas, provavelmente, comecem com 12 e 15 de atraso em relação à data de 19 de fevereiro”, concluiu.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE