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Vyacheslav Oseledko / AFP
Trump ordena bombardeio e mata principal chefe militar iraniano
Qassem Soleimani era um dos homens mais poderosos do Irã. Ataque em Bagdá matou também Abu Mahdi al-Muhandis, chefe de milícia iraquiana apoiada pelos iranianos.
AFP/G1
por  AFP/G1
03/01/2020 06:22 – atualizado há 2 meses
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Qassem Soleimani, chefe da Guarda Revolucionária do Irã e um dos homens mais poderosos do país, morreu em um ataque aéreo dos Estados Unidos nesta quinta-feira (2) em Bagdá.

O Pentágono confirmou o bombardeio e disse que a ordem partiu do presidente Donald Trump. Em nota, o órgão culpou Soleimani por mortes de americanos no Oriente Médio e afirmou que o objetivo foi deter planos de futuros ataques iranianos (leia a íntegra mais abaixo).

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, postou uma bandeira americana em uma rede social. Ele não falou sobre o episódio.

O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, disse nesta sexta-feira (3) que a morte de Qassem Soleimani, chefe da Guarda Revolucionária e também um dos homens mais poderosos do país, dobraria a motivação da resistência contra os Estados Unidos e Israel.

“Todos os inimigos devem saber que a jihad de resistência continuará com uma motivação dobrada, e uma vitória definitiva aguarda os combatentes na guerra santa”, disse Khamenei em comunicado divulgado pela TV, no qual pediu três dias de luto nacional.

O presidente iraniano Hassan Rouhani disse que agora o país estará mais determinado a resistir aos EUA e prevê vingança.

"O martírio de Soleimani tornará o Irã mais decisivo para resistir ao expansionismo americano e defender nossos valores islâmicos. Sem dúvida, o Irã e outros países que buscam a liberdade na região se vingarão", afirmou Rouhani.

Soleimani morreu durante ataque aéreo dos EUA em Bagdá, no Iraque, na quinta (2). O Pentágono informou que o bombardeio tinha mesmo a missão de matar o general iraniano e foi uma ordem do presidente Donald Trump.

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